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ToggleReceita Federal esclarece boatos: PIX não é tributado e não há “taxa” sobre transferências
Nas últimas semanas, voltaram a circular mensagens nas redes sociais afirmando que o PIX seria monitorado para fins de tributação ou que existiria uma “taxa do PIX”. Esse tipo de conteúdo costuma gerar insegurança, induzir decisões financeiras equivocadas e, em muitos casos, servir de gatilho para golpes.
O que a Receita Federal orienta
A Receita Federal reforçou que é falsa a informação de que há tributação ou monitoramento de movimentações via PIX para criar imposto. O PIX é um meio de pagamento, e não um fato gerador de imposto por si só. Também foi reiterado que a Constituição Federal veda tributação sobre movimentação financeira, afastando a narrativa de “imposto sobre transferências”.
Além disso, a Receita alerta que boatos desse tipo costumam ser utilizados para enganar a população e alimentar esquemas criminosos, especialmente quando as mensagens incentivam “regularizações” falsas, pagamento de guias inexistentes ou fornecimento de dados pessoais.
Impactos práticos para empresas e pessoas físicas
Para empresas, o tema é relevante por dois motivos:
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Gestão de comunicação e confiança: boatos sobre PIX geram volume de dúvidas em clientes, colaboradores e fornecedores, exigindo orientação rápida e padronizada.
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Prevenção a fraudes: golpes baseados em “tributação do PIX” podem levar a pagamentos indevidos, exposição de dados e até engenharia social dentro do financeiro (contas a pagar/tesouraria).
Recomendações
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Reforce internamente que o PIX não cria imposto automaticamente; tributos seguem as regras normais (renda, faturamento, operações específicas).
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Oriente equipes de financeiro e atendimento a não aceitarem guias ou “cobranças” recebidas por mensagens, sem validação formal.
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Padronize um comunicado curto para clientes, reduzindo ruído e evitando retrabalho no atendimento.